A obesidade na infância e adolescência é o problema de ordem nutricional e comportamental que mais rapidamente cresce no mundo inteiro, no Brasil não é diferente. Aqui, já temos mais crianças obesas do que desnutridas, pesquisas mais recentes apontam que aproximadamente 40% dos jovens brasileiros estão acima do peso ideal.
Este quadro alerta para uma série de complicações que a obesidade pode acarretar, tanto para a saúde atual da criança, quanto como fator de risco para doenças do adulto, além de problemas de relacionamento na escola.
Como a obesidade é uma doença de difícil tratamento, a grande arma que possuímos é a prevenção. A escola parece ser o melhor local para ações preventivas da obesidade por uma série de motivos: hoje em dia quase a totalidade das crianças freqüenta a escola, a educação física é matéria obrigatória inserida na grade curricular, os alunos têm pelo menos dois encontros semanais com os professores de educação física, que estão habilitados para tratar com muita propriedade o assunto e, além de tudo, é nessa idade que os hábitos se cristalizam e intervenções teóricas e práticas no sentido da prevenção se tornam muito oportunas. 

Porém, se a obesidade infantil já estiver instalada, dificilmente as aulas de educação física escolar irão resolver o problema. Nesse caso a intervenção deve ser personalizada, com um tratamento multidisciplinar onde o educador físico assume papel importantíssimo.
Mudanças de hábitos, não só das crianças, mas principalmente da família.
Dietas, nessa fase da vida não são recomendadas, pois as crianças não têm estrutura emocional para lidar com esse tipo de situação, por outro lado, não é nada fácil negar uma guloseima a um filho. Nesse sentido, a atividade física individualizada é fundamental, pois além de outros benefícios ela vai agir de maneira benéfica no balanço energético, fazendo com que as privações alimentares sejam minimizadas.
Portanto, a prevenção pode e deve ser feita na escola, mas depois de instalada a obesidade na criança, há necessidade de um tratamento multidisciplinar e a atividade física deve ser individualizada e voltada para as necessidades de cada um, caso contrário não surtirá o efeito desejado.
Mudanças de hábitos, não só das crianças, mas principalmente da família.
Dietas, nessa fase da vida não são recomendadas, pois as crianças não têm estrutura emocional para lidar com esse tipo de situação, por outro lado, não é nada fácil negar uma guloseima a um filho. Nesse sentido, a atividade física individualizada é fundamental, pois além de outros benefícios ela vai agir de maneira benéfica no balanço energético, fazendo com que as privações alimentares sejam minimizadas.
Portanto, a prevenção pode e deve ser feita na escola, mas depois de instalada a obesidade na criança, há necessidade de um tratamento multidisciplinar e a atividade física deve ser individualizada e voltada para as necessidades de cada um, caso contrário não surtirá o efeito desejado.
Olá, eu sou Jonatan. Tenho uma turma, com 17 alunos, de web desgin que está fazendo um projeto em " Reeducação Alimentar para Jovens ". Nosso intuito é promover um baixo índice de obesidade entre os jovens. Não só obesidade, mas também doenças relacionadas a uma má alimentação. Contudo, queremos ter parceiros que nos ajude nesta campanha.Parceiros com seus blogs, por exemplo. E vejo que este blog trata exatamente do assunto ao qual nós estamos buscando. Você pode saber mais da campnha no nosso site: http://www.lifefood.com.br
ResponderExcluirAgradeceremos muito se você possa nos ajudar na nossa campanha. Deixarei o meu contato: jona_tanp@hotmail.com
Obrigado pela sua atenção,
Equipe Life Food